06 dezembro 2015

Marley e Eu.


Oii galera, tudo bem? Hoje é domingo, um dia conhecido como dia da preguiça, e toda semana, eu e minha familia gostamos de ficar juntos, almoçar, jogar , e assistir filmes, então por isso resolvi fazer resenha de um filme bem legal, que tem cada frase linda, que nos faz refletir, que me faz chorar e que muita gente conhece. Então vamos lá?
''John e Jenny eram jovens, apaixonados e estavam começando a sua vida juntos, sem grandes preocupações, até ao momento em que levaram para casa Marley, "um bola de pelo amarelo em forma de cachorro", que, rapidamente, se transformou num labrador enorme e encorpado de 43 quilos. Era um cão como não havia outro nas redondezas: arrombava portas, esgadanhava paredes, babava nas visitas, comia roupa do varal alheio e abocanhava tudo a que pudesse. De nada lhe valeram os tranquilizantes receitados pelo veterinário, nem a "escola de boas maneiras", de onde, aliás, foi expulso. Mas, acima de tudo, Marley tinha um coração puro e a sua lealdade era incondicional. Imperdível.''
John e Jenny eram recém-casados, felizes e viviam em uma casa na Flórida, mas sua esposa não sabia se seria uma boa mãe porque já tinha matado uma plantinha.

Para saber se ela poderia ser mãe, resolveu adotar um cachorro. Eles se apaixonam por filhotes de labradores e escolhem um deles pra levar para casa. Um dia eles encontram o pai dele, e torcem para que ele não se torne um ''monstro'' como o pai.
E como eles estavam enganados...Marley cresceu, ficou enorme, desobediente, ansioso e neurótico. Mas, tinha um grande coração e sempre estava por perto beijando e babando em todas as pessoas. 
Com Marley em casa Jenny percebeu que poderia ser uma ótima mãe e os dois tentaram ter um filho, mas não foi  fácil. Foram muitas tentativas  para o casal. Enquanto eles tentavam ter o primeiro filho, Marley dava mais trabalho que recém nascido. Ele consegue ser expulso de uma classe para adestramento de cães.

A primeira gravidez de Jenny foi muito comemorada, mas ela sofreu um aborto nos primeiros meses. Tempos depois ela engravidou novamente e após 9 meses deu à luz a Patrick. No começo eles tem receio de que Marley possa fazer algum mal a criança, porém, ele agiu como um protetor do bebê e sempre se aproximava de forma tranquila e brincalhona. 

Marley era um cão indisciplinado, que mexia no lixo, babava pela casa, subia nas pessoas, destruía sapatos, tapetes e colchões. Mas, sendo bem clichê, ele tinha um grande coração. Ele era extremamente eufórico e tinha tanto medo de tempestades que era capaz de abrir buracos nas paredes da garagem. 


O final do filme é muito triste, choro muito, mas também me faz refletir na seguinte questão:
Nossos animais, sempre nos dão carinho e amor, e querem receber também. Será que damos carinho, amor e o valor que eles merecem?


-)Fotos do filme:

 Frase.

 Família.

Momentos que tiveram com o Marley.

Marley aprontando.


-)Trailer:


Então é isso galera, espero que tenham gostado dessa minha indicação para hoje. Deixe sua opnião, ideia, comentário aqui embaixo, e se tiver blog, deixe também. Fiquem com Deus, peguem a pipoca e o cobertor, e se divirta. Beijos e a até a próxima.

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4 comentários:

  1. Respostas
    1. Ele é lindo mesmo, fico feliz em saber que gostou :).

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  2. Sou louca pra ver esse filme. Ele tá na minha longa lista de espera de filmes rs.
    Ainda mais que tem a Aniston, que foi ma-ra-vi-lho-sa em Friends. Adoro mto!!
    Tu gostou, Ju?

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